sexta-feira, 21 de junho de 2013

Uma Nova Era


Finalmente o velho ditado popular, "política e religião não se discute" chega ao fim. Religião, na minha opinião, continua muito pessoal. Já a política, a, essa sim caros compatriotas, estava demorando.  Vinte anos se passaram dês de que os caras pintadas foram as ruas. Vinte anos foi o tempo em que o brasileiro aguentaram quietos os desfazeres dos governos. Vinte anos de conquista, mas de muito esquecimento.

Mas hoje, amanhã e nos dias que virão, o Brasil se levanta. Em uma ato exemplar de democracia, o gigante se levantou. De todas as formas, de todas as cores, idade, com gritos de ordem em todas as áreas, os brasileiros pedem mudanças. Estamos exaustos de ter quase metade de nossos salários usurpados em impostos que nunca retornam. Temos que pagar dobrado por serviços que deveriam ser gratuitos e dignos. As perguntas que agora pairam no ar são: que mudanças são essas? Qual o objetivo disso tudo? Quem são os verdadeiros culpados de 500 anos de descaso?

Em uma democracia, como o próprio nome já diz, quem manda é o povo, e ponto final. Só que no Brasil, a democracia foi conquistada de forma estranha, questionável, com muito sofrimento, mas que no final, praticamente um acordo de camaradas. Então, a  tão esperada democracia chegou e o povo entrou em um estado dormência. Uns, satisfeitos e cansados pela vitória conquistada e outros indiferentes pela ignorância. Com isso, os oportunistas, ou por que não artistas, por nós eleitos, usaram da desatenção e desinformação do povo para desviar o quanto deu.

Mas agora chega!! É isso que diz a massa, por fim e até que em fim, fomos novamente às rua. Se não criarmos a cultura de constantemente apontar, controlar e questionar as ações de nossos representantes, a democracia nunca será completa. Enquanto continuarmos a apontar o dedo da culpa apenas para os políticos, eleitos por nós,  e não refletir sobre o nosso papel na história democrática, estaremos fadados a mais uma vez, errar.

Precisamos nos informar, entender, questionar e cobrar. Somos nós os comandantes e os eleitos, servidores, e não senhores, lordes aristocratas que recebem o maior salário político do mundo e título de vossa excelência, e em retorno... que retorno?
Sem esses ingredientes não há democracia saudável. Precisamos de uma vez por todas, de cidadãos educados intelectualmente e com senso crítico mas, principalmente, educados moralmente. Para isso, precisamos de escolas de qualidade integradas plenamente com rotina da sociedade, equipadas com tecnologias de ponta e principalmente, com professores bem remunerados, qualificados e motivados!




O futuro da nação está nas mãos desta linda representante de nosso futuro e, principalmente, nas mãos de de cada um de nós. Desenvolver nosso papel como cidadão, sem vandalismo, sem hipocrisia e sem corrupção é o nosso dever. Nossos direitos, decidiremos na próxima eleição.


Avante Brasil!   
Que a força esteja em você!

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