Finalmente
o velho ditado popular, "política e religião não se discute" chega ao
fim. Religião, na minha opinião, continua muito pessoal. Já a política, a, essa
sim caros compatriotas, estava demorando. Vinte anos se passaram dês de que os caras
pintadas foram as ruas. Vinte anos foi o tempo em que o brasileiro aguentaram quietos
os desfazeres dos governos. Vinte anos de conquista, mas de muito esquecimento.
Mas hoje,
amanhã e nos dias que virão, o Brasil se levanta. Em uma ato exemplar de democracia,
o gigante se levantou. De todas as formas, de todas as cores, idade, com gritos
de ordem em todas as áreas, os brasileiros pedem mudanças. Estamos exaustos de
ter quase metade de nossos salários usurpados em impostos que nunca retornam.
Temos que pagar dobrado por serviços que deveriam ser gratuitos e dignos. As
perguntas que agora pairam no ar são: que mudanças são essas? Qual o objetivo
disso tudo? Quem são os verdadeiros culpados de 500 anos de descaso?
Em uma democracia,
como o próprio nome já diz, quem manda é o povo, e ponto final. Só que no
Brasil, a democracia foi conquistada de forma estranha, questionável, com muito
sofrimento, mas que no final, praticamente um acordo de camaradas. Então, a tão esperada democracia chegou e o povo entrou
em um estado dormência. Uns, satisfeitos e cansados pela vitória conquistada e
outros indiferentes pela ignorância. Com isso, os oportunistas, ou por que não
artistas, por nós eleitos, usaram da desatenção e desinformação do povo para
desviar o quanto deu.
Mas agora chega!! É isso que diz a massa, por
fim e até que em fim, fomos novamente às rua. Se não criarmos a cultura de constantemente
apontar, controlar e questionar as ações de nossos representantes, a democracia
nunca será completa. Enquanto continuarmos a apontar o dedo da culpa apenas
para os políticos, eleitos por nós, e não
refletir sobre o nosso papel na história democrática, estaremos fadados a mais
uma vez, errar.
Precisamos
nos informar, entender, questionar e cobrar. Somos nós os comandantes e os
eleitos, servidores, e não senhores, lordes aristocratas que recebem o maior
salário político do mundo e título de vossa excelência, e em retorno... que
retorno?
Sem esses
ingredientes não há democracia saudável. Precisamos de uma vez por todas, de
cidadãos educados intelectualmente e com senso crítico mas, principalmente,
educados moralmente. Para isso, precisamos de escolas de qualidade integradas plenamente
com rotina da sociedade, equipadas com tecnologias de ponta e principalmente,
com professores bem remunerados, qualificados e motivados!
O futuro da
nação está nas mãos desta linda representante de nosso futuro e, principalmente, nas mãos de de cada um de nós. Desenvolver nosso papel como cidadão, sem vandalismo, sem hipocrisia
e sem corrupção é o nosso dever. Nossos direitos, decidiremos na próxima eleição.
Avante
Brasil!
Que a força esteja em você!